Estado Islâmico cria rede social própria para fugir das autoridades e

06/05/2017

O Estado Islâmico vem sofisticando cada vez mais suas formas de se comunicar e recrutar militantes e criou sua própria rede social, como forma de fugir da patrulha das autoridades.

Uma investigação feita pelo Serviço Europeu de Polícia (EUROPOL) descobriu que a ideia dos extremistas é escapar do radar de países que combatem o terror e também da repressão à divulgação de conteúdo de ódio nas redes sociais existentes.

Rob Wainwright, diretor da Europol, revelou que descobriu uma plataforma online em desenvolvimento: “Dentro dessa operação foi revelado que o Estado Islâmico está desenvolvendo sua própria plataforma de rede social, sua própria parte da internet, para divulgar sua agenda ideológica”, disse.

Segundo informações da agência de notícias Reuters, o diretor disse considerar que “isso mostra que alguns membros do Estado Islâmico, pelo menos, continuam inovando nesse espaço”.

Vale lembrar que o Estado Islâmico chamou atenção no Ocidente de forma agressiva, com sua estratégia midiática baseada em recursos de propaganda, espalhando vídeos de suas execuções e tomadas de territórios, e até, usando efeitos especiais para fazer ameaças a países que se opõem às barbáries que praticam.

Repressão

Uma ação coordenada pela Europol contra o Estado Islâmico e a Al Qaeda envolveu agentes dos Estados Unidos, Bélgica, Grécia, Polônia e Portugal e identificou mais de dois mil perfis de muçulmanos extremistas, em 52 redes sociais diferentes, em todo o mundo.

Além do Twitter, rede social preferida pelos terroristas, e das plataformas de vídeo, como o YouTube, os integrantes dos grupos extremistas tem usado, também, redes sociais fechadas, como o aplicativo Telegram, conhecido por seu alto nível de criptografia das conversas e considerado um dos mais privativos.

Para Wainwright, o Estado Islâmico optou por desenvolver suas próprias plataformas porque sabe que a pressão sobre empresas como Google e Facebook, para que cedam informações sobre suspeitos de terrorismo, é cada vez maior.

“Nós certamente fizemos que fosse muito mais difícil para eles operarem nesse espaço, mas ainda estamos vendo a publicação desses vídeos horríveis, e comunicação sendo distribuída em grande escala por toda a internet”, lamentou, acrescentando que não sabe se será difícil, do ponto de vista técnico, derrubar a rede social projetada pelo Estado Islâmico.

Hackers muçulmanos invadem site cristão brasileiro e ameaçam: “Suas mulheres serão nossas”

27/04/2016

O extremismo islâmico começa a dar as caras no Brasil, com ameaças e gestos hostis a cristãos e judeus. Na última quarta-feira, 26 de abril, o portal cristão Libertar foi invadido por hackers muçulmanos e teve sua página inicial alterada para uma mensagem de ódio.

A invasão hacker aconteceu por volta das 15h00 e exibia uma bandeira preta, similar à exibida pelo Estado Islâmico em seus vídeos e territórios ocupados, com os traços da bandeira brasileira e a inscrição “Allahu Akbar” (“Alá é grande”).

Assinada por um grupo de extremistas brasileiros, autodenominado Team Jihad Brasil, a invasão trazia ainda outras mensagens, com ofensas e ameças: “Judeus e cristãos são porcos sujos” e “Nós viemos para sua terra. Em breve suas mulheres serão nossas”.

O administrador do site Libertar, jornalista e missionário Marcos Paulo Góes, publicou um texto afirmando que a invasão foi um gesto de retaliação à postura editorial do ministério: “Atualmente temos postado diversas notícias sobre o projeto de dominação islâmica pelo mundo, perseguição a cristãos, entre outras coisas”, escreveu.

“O que mais chamou minha atenção foi a assinatura dos hackers: um grupo chamado ‘Jihad Brasil’, ou seja, a ação se originou de um grupo extremista de dentro do Brasil!”, acrescentou, demonstrando perplexidade com a rapidez com que os extremistas islâmicos recrutam pessoas à sua causa.

Posteriormente, Góes recuperou o controle da página e conseguiu derrubar a invasão. O jornalista e missionário salientou que esse episódio “serve para deixar claro a que estágio chegou a ação dos extremistas islâmicos no Brasil”.

Além das ações de reforço de segurança do portal, Góes notificou a Polícia Federal sobre o episódio e aguarda as providências cabíveis. A seu ver, a investida dos extremistas é “parte de uma agenda globalista esquerdista, que é destruir toda resistência da cultura judaico-cristã conservadora pelo mundo, e o Brasil é um alvo declarado!”.

Fonte: Gospelmais

“Missionários” muçulmanos chegam ao Brasil para divulgar o islamismo: “O nome do nosso deus é Alá”

27/04/2016

Um grupo de muçulmanos paquistaneses desembarcou no Amazonas na última semana para divulgar o islamismo junto aos brasileiros da cidade de Iranduba, localizada a 27 km da capital do estado, Manaus.

Vestidos com a tradicional kandoora, o “vestido” masculino dos muçulmanos, os “missionários” querem divulgar sua fé Brasil afora, como parte de um plano mundial de popularização do islamismo.

O empresário Mahmoud Mouas, um dos diretores do Centro Islâmico do Amazonas, afirmou ao portal Em Tempo que os “missionários” muçulmanos não oferecem perigo aos moradores da cidade.

“São pessoas pacíficas, que apenas estão fazendo trabalho de divulgação da fé e não pensam em se instalar em Iranduba”, disse, acrescentando que nessa semana, eles viajarão para outras cidades da Região Norte do país.

Mouas comentou o estardalhaço que a visita dos muçulmanos causou na cidade, e disse compreender que é perfeitamente normal que os amazonenses se assustassem com o visual dos “missionários”: “Mesmo no mundo globalizado, as pessoas ainda estranham as culturas que são diferentes das delas”, finalizou.

A emissora amazonense TV Em Tempo, afiliada do SBT, fez uma reportagem com os moradores de Iranduba sobre a visita inusitada recebida pela cidade, e revelou que os muçulmanos não gostaram de ser filmados.

Um dos missionários, que se comunica razoavelmente bem em português, explicou o motivo de sua passagem pelo Brasil: “Nossa religião é o islã. Nós somos irmãos. O nome do nosso deus é Alá”, afirmou, em entrevista na TV.

“Eu não entendi foi nada, porque eles falam mais enrolado do que nós todos, juntos”, comentou uma moradora, aos risos.Assista à reportagem:

Fonte: Gospelmais

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